IGREJA MATRIZ NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO

__A Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário localiza-se no centro, na Av. N. Sra. do Rosário. Construída em 1853, em terras doadas por Faustino Pinheiro de Araújo e sua mulher, sua festa máxima acontece em 07 de outubro – dia da Padroeira de nosso município.

__A Igreja Matriz foi tombada pelo Patrimônio Histórico pela Lei 631, de 10 de novembro de 2008.

   



MUSEU MUNICIPAL ESTAÇÃO DA MEMÓRIA: a história desse meu lugar

Decreto do Museu: n° 1977/08, de 08 de fevereiro de 2008

__Projeto do CULTUPPHAQ foi premiado em 15º. lugar no concurso Mais Museus/2008 do IPHAN. O convênio já foi assinado e o dinheiro depositado em conta especial.

__Situação atual: aguardamos termo de utilização para iniciarmos as obras de reforma.
Diversas doações já foram efetivadas.
As obras devem iniciar o mais breve possível, pois o Convênio vence em 30/06/2009.

__Aguardamos autorização do IPHAN para licitação da obra e dos equipamentos.
Enquanto o prédio está em reforma, você pode visitar as instalações provisórias na Praça Dr. Teixeira Brandão.

A Estação Ferroviária de Quatis foi tombada pelo Patrimônio Histórico pela Lei 454, de 17 de junho de 2005.

   

MUSEU MUNICIPAL ESTAÇÃO DA MEMÓRIA UMA REALIDADE

___Em meus escritos ou mesmo falas, venho repetindo e afirmando que nossa terra tem história, esta história tem brio e este brio tem memória.
___Quatis já tem seu museu! Definido por Aurélio Buarque de Holanda é “o lugar destinado não apenas ao estudo, mas também à reunião de obras de arte, de peças e coleções científicas, ou de objetos antigos”.
___Ali, no museu provisoriamente instalado na Praça Dr. Teixeira Brandão, mas em breve ocupando espaço definitivo e adequado a seus propósitos, na antiga estação férrea da Rede Mineira de Viação, o quatiense pode conhecer um pouco dessa história que tem brio e memória.
___E formará o verdadeiro retrato de nosso povo, de sua vida, de sua evolução. Fotos, manuscritos, livros antigos, jornais amarelecidos e peças antigas são partes de uma história viva que honra e engrandece o quatiense.
___Quando em instalações maiores, com todo o acervo de que é possuidor e do que, por certo, receberá não só dos moradores como de quatienses ausentes (a família Alves, hoje em terras paulistas, presenteou-o com peças valiosas), será local de visitação obrigatória, bem como de estudos.
___Documentos, objetos, fotos e a memória dos mais velhos são o espelho do passado, onde se acham os contornos do futuro. O museu permitirá a visualização desse passado, contribuindo para despertar a consciência de um patrimônio comum que merece ser cuidado. E um patrimônio que o público pode desconhecer mais por falta de informação do que por indiferença.
___Vamos aprender a olhar e a respeitar o passado. Vendo o passado poderemos divisar o futuro e o que nos cumpre devolver em melhores condições do que recebemos de nossos maiores. Temos compromissos como intermediários entre as gerações que nos antecederam e aquelas que nos sucederão.
___Visitando o museu pararemos por instantes a fim de olharmos para trás. Quem somos, afinal? Onde estamos? De que maneira chegamos até aqui? E o tempo vivido, como transcorreu? Como foi antes dele a época de nossos pais e avós?

__As respostas estarão lá, no museu.

__Quatis está de parabéns! No seu majestoso pórtico à entrada da cidade poderá, um dia, estar escrito: Cidade da Cultura. A profecia do nosso professor Anízio Filgueiras e do autor destas linhas estará definitivamente cunhada na história de nossa terra.


Colaboração Hyeróclio Barros


PONTE DR. WANDERLINO TEIXEIRA LEITE • QUATIS - FLORIANO

__Por decisão da Prefeitura Municipal de Barra Mansa, por meio do decreto 872, de janeiro de 1977, denomina-se Ponte Dr. Wanderlino Teixeira Leite aquela que sobre o rio Paraíba do Sul interliga o atual município de Quatis ao distrito de Floriano, em Barra Mansa. O homenageado, descendente de tradicional família pioneira na região do Vale do Paraíba fluminense, nascido em 6 de agosto de 1893 e falecido em 1º. de março de 1977, foi um dos maiores expoentes da política local: 2º. Prefeito eleito de Barra Mansa (1924/1927), atuou, de 1919 a 1959, como vereador em diversas legislaturas. Formado em Odontologia, nunca exerceu a profissão.

__A ponte tem uma história curiosa. Sua construção teve início em novembro de 1975. O material utilizado era pré-moldado. Em 1977, recebeu o nome de Ponte Dr. Wanderlino Teixeira Leite. Entretanto, por pelo menos uma década era conhecida como a ponte que ligava nada a coisa nenhuma, uma vez que suas cabeceiras não foram terminadas.

__No início de 1987, o grupo Mulheres em Ação, de Quatis, observando que a ponte de ferro, nossa única possibilidade de travessia sobre o Paraíba, estava sobrecarregada com o excesso de caminhões e ônibus que por ela passavam, resolveu interditar a cabeça da ponte do lado de Quatis.

__A partir desse ato, o governo municipal tomou a decisão de terminar o acesso à ponte Dr Wanderlino Teixeira Leite. A população quatiense colaborou bastante: fazendeiros cederam tratores e terra para o aterro que se fazia necessário.

   

Igreja do Patriarca São Joaquim
Tombada pelo Patrimônio Histórico

Lei Municipal nº 631/2008


__Construída em 1829 em terras doadas pelo capitão Joaquim José Pereira de Carvalho e sua mulher Umbelina Pereira de Mendonça.
Contam os mais velhos que inicialmente sua porta principal ficava paralela ao atual campo de futebol. Mais tarde, a posição foi modificada e sua entrada, hoje, fica de frente para o campo. Na alteração, foram utilizados materiais, como portas e janelas, da igreja primitiva.
Seu altar é construído em pau-marfim, com trabalhos ornamentais em alto relevo.A imagem do padroeiro, com mais de 160 anos de existência, foi totalmente talhada a mão.
É de fácil acesso, ficando próxima à biquinha.
Atrás da igreja, no morro, fica um cemitério onde encontramos sepulturas de personagens famosos na história local.

 

   

Capela de Nossa Senhora do Rosário
Ribeirão de São Joaquim
Tombada pelo Patrimônio Histórico
Lei Municipal nº 631/2008


__Chegando a Ribeirão de São Joaquim, à esquerda de quem entra, em frente à E. M. Ribeirão de São Joaquim, encontramos esta bela e antiga igreja, provavelmente freqüentada, no século XIX, por pobres e negros do distrito.
__Possui um rico acervo de imagens sacras e ornamentos.


__O Distrito de Ribeirão de São Joaquim também possui belos casarões do século XIX, com características do século XVIII, que transformam a localidade numa jóia rara do município.